Novamente estou sob o suor, sob os suores de um desejo ardente.
Corpos envolvidos, entre gemidos, afagos e carícias.
Um toque...
Arrepia, estimula, excita, acorda o desejo mais uma vez.
E esse fome, não tem fim...
E essa sede nunca esta saciada...
Suga minhas forças em função do prazer.
De dar prazer.
Mas muito mais de recebê-lo.
Corpos se descobrindo.
Redesenhando suas formas.
Descobrindo espaços jamais imaginados.
Descobrindo sensações únicas.
Descobrindo pontos de prazer.
Finalmente meu corpo agoniza nessa sensação única.
No cume do prazer.
No gozo do prazer.
Flor de Efígie

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